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TGB.

O Problema

Em 2012, a TBG decidiu implementar o projeto de Cyber Security (segurança cibernética), através da utilização das tecnologias Microsoft, nas máquinas da rede de automação (sistema SCADA) para controlar totalmente as informações, automatizar as tarefas, aumentar a segurança do ambiente e reduzir o trabalho repetitivo e manual. A partir da solução implementada, a TBG usufruiu do controle central dos computadores (Active Directory) e da solução de inventário de hardware e software (System Center), com relatórios detalhados de cada computador. Antes de implementar a solução da Microsoft, as máquinas da TBG eram descentralizadas e instaladas em localidades remotas, que aumentava a vulnerabilidade na rede de automação. As portas USB ficavam bloqueadas com o objetivo de inibir a transferência de arquivos, que podiam trazer ameaças através da cópia de arquivos e instalação de programas nas máquinas, oferecendo riscos ao funcionamento do sistema. Os computadores não possuíam antivírus instalados devido à desconfiança da possibilidade de interferência das atividades do antivírus nos processos de supervisão e controle durante a operação do gasoduto, como bloqueio de comunicações e execução de rotinas e scripts, além da queda no desempenho dos computadores durante os scans do antivírus. A TBG analisou o processo de automação da rede e concluiu que precisava encontrar uma solução que suportasse toda a operação do gasoduto de maneira remota, sem impactar na produção. “A empresa tinha necessidade de adquirir uma solução que mantivesse a integridade física dos computadores, garantindo total segurança ao ambiente de operação, sem impactar os processos realizados pela empresa. Com a solução da Microsoft, a TBG passou a adotar uma nova política de acesso por meio do controle de senhas e com total segurança”, ressalta Edson Feitosa, CIO da TBG.

A solução

O primeiro passo foi testar as soluções em ambiente de laboratório para garantir o correto funcionamento da solução. Depois foi implantado em escala de produção, primeiramente na Central de Supervisão e Controle (CSC) de Emergência (redundante) e, posteriormente, na CSC principal e nas estações remotas do gasoduto. “A total compatibilidade do sistema In Touch, já utilizado pela TBG, com o Active Directory foi fundamental para a boa reação do antivírus em todo processo”, complementa Nicolau. As atualizações de segurança foram distribuídas para os computadores automaticamente, bem como as vacinas do antivírus. Para que não houvesse interferência no processo diário, a área de TI e de automação passaram a ter ferramentas que garantiram a segurança de seus componentes utilizando os mesmos recursos, porém em redes distintas.

Os resultados

A partir da implementação do Cyber Security, a rede de automação passou a ser protegida por antivírus, todas as máquinas têm o bloqueio de porta USB e as atualizações de antivírus são replicadas automaticamente, além de haver a possibilidade de realizar configurações de modo centralizado. O sistema também gera relatórios de acompanhamento. “Anteriormente, todo o controle era descentralizado e cada atividade tinha que ser realizada diretamente no computador do local. Agora, com a implementação da solução da Microsoft, as atividades podem ser realizadas em um ambiente centralizado e replicadas para os computadores das localidades remotas com segurança”, diz Nicolau Assumpção Branco, consultor da TBG.

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